Atenção nas aulas online: como manter? Psicóloga ensina

Atenção nas aulas online

Atenção nas aulas online: como manter? Psicóloga ensina

Atenção nas aulas online: como manter? Psicóloga ensina

As aulas presencias no Estado de São Paulo estão previstas para voltar em 7 de outubro.

Mas, como conseguir que os alunos mantenham a atenção nas aulas virtuais até lá, depois de meses de isolamento?

E, caso o retorno físico seja mais vez postergado, fica a questão:

Como manter o interesse das aulas pela internet a logo prazo?

“O nosso movimento agora é fazer com que os alunos se sintam cada vez mais próximos uns dos outros e dos professores”, afirma a psicóloga Priscila Gil Neto, do Colégio Oficina do Estudante.

Isso porque, “a partir do momento que eles estão interagindo, o desenvolvimento pedagógico se desenrola”.

Assim sendo, o aprendizado flui por conta dos afetos, das amizades, do aluno se vendo enquanto grupo.

No semestre passado, o colégio trabalhou a adaptação dos alunos às aulas online.

“Foram os professores trazendo um novo formato, uma nova possibilidade de aula. Mas, agora, o foco é no resgate das interações sociais”, acrescenta.

Prioridade

O intuito principal da Oficina, neste momento, é a humanização.

É fazer com os que os alunos possam se ver, se olhar, ainda que virtualmente.

E tudo isso integrando o professor, que os motiva a ligar a câmara, ligar o áudio e a interagir.

E isso tudo, inclusive, interrompendo o docente, como se eles estivessem no mesmo espaço físico.

Dessa forma, o colégio está deixando um pouco de lado a questão mecânica do aplicativo.

Por exemplo: ao invés do uso da mãozinha virtual, está incentivando que os alunos levantem as mãos físicas.

Atenção nas aulas online

Ao contrário, no formato mais impessoal, o estudante tem que esperar o professor falar, a mão virtual levantar, para só no final da aula ter a questão respondida pela docente.

Com isso, o interesse  já se perdeu, e a dúvida ficou para trás.

Portanto, além de fomentar o aprendizado cognitivo, a interação social influencia também na saúde mental do estudante.

Por outro lado, o isolamento e a carência de laços afetivos geram desinteresse pelas disciplinas, além de problemas como:
– tédio
– irritabilidade
– dificuldade de concentração.

Por conta disso, a Fiocruz chegou até a lançar a cartilha “Crianças na Pandemia Covid-19”, que faz parte da série “Saúde Mental e Atenção Psicossocial na Pandemia Covid-19”.

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