Volta às aulas para crianças é desafio encarado desde já

Volta às aulas para crianças

Volta às aulas para crianças é desafio encarado desde já

Volta às aulas para crianças é desafio encarado desde já

Como manter máscaras em crianças de 6 anos de idade?

Como fazê-las cumprir o distanciamento social necessário para a segurança de todos?

Andes de mais nada, esses desafios terão que ser enfrentados daqui a pouco, quando está prevista a volta às presenciais.

Mas, devido à complexidade da volta às aulas para crianças, as estratégias dos colégios e o treinamento dos profissionais envolvidos não podem esperar até setembro.

Por isso, instituições de ensino, como o Colégio Oficina do Estudante, estão correndo contra o relógio para deixar tudo pronto.

“A gente vai precisar conversar com as crianças de forma lúdica, com contação de histórias, e recriar ambientes com abraços seguros (como com os de plásticos, por exemplo), iniciando com grupos muito pequenos. A gente precisa criar ambientes onde haja contato seguro porque elas precisam de carinho e de se sentir acolhidas”, afirma a coordenadora-pedagógica Elaine Soares, do Ensino Fundamental I.

O diretor Célio Tasinafo explica que o grande desafio dessa retomada está relacionado a novas práticas de convívio.

“Depois de meses em casa, longe dos amigos e professores, será importantíssimo que as crianças entendam que a volta às aulas não significa o fim dos riscos de contaminação e também não será, de imediato, o retorno ao que tínhamos antes de março.

Por isso, a escola não tem de se preparar só com equipamentos de proteção, álcool gel etc, mas principalmente à adequação social nessa nova realidade.”

Volta às aulas para crianças

Compra de materiais, reforma de salas de aula e treinamento de funcionários são algumas das ações materiais imperativas para garantir a segurança sanitária, alinhada ao Protocolo Sanitário Setorial de Educação do Estado de São Paulo.

“Neste momento, a principal preocupação é com a saúde de nossos alunos. Por isso, não medimos esforços e investimentos para adequação dos nossos espaços físicos, bem como treinamento de profissionais, além de todos os equipamentos de segurança necessários”, declara o diretor-pedagógico Antunes Rafael dos Santos.

Além das adequações físicas, o colégio impôs desde já novas diretrizes, como manter portas  corredores sempre abertos – mesmo no inverno.

Entre os itens físicos reformulados, encontram-se ainda:

  • Reforma e aumento do número de janelas;
  • Instalação de mais ventiladores para maior renovação de ar em espaços comuns;
  • Instalação de puxadores das portas dos sanitários sem contato com as mãos;Instalação de adesivos de solo indicando o distanciamento social;
  • Instalação de tapetes sanitizantes nas entradas de todas as unidades;
  • Instalação de placas de orientação sobre a lavagem de mãos, uso obrigatório de máscaras, distanciamento social e regras para um convívio seguro;
  • Instalação de totens com álcool em gel em ambientes comuns;
  • Instalação de proteção de acrílico nos balcões;
  • Compra de equipamentos de proteção facial para atendimento;
  • Compra de termômetros digitais de aproximação para medição de todos.

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